terça-feira, 19 de outubro de 2010

SONETO DA ROSA TARDIA


Homenagem a Rosa, minha morena linda, minha esposa

Como uma jovem rosa, a minha amada...
Morena, linda, esgalga, penumbrosa
Parece a flor, colhida, ainda orvalhada
Justo no instante de tornar-se rosa.

Ah, por que não a deixas intocada
Poeta, tu que és pai, na misteriosa
Fragrância do seu ser, feito de cada
Coisa tão frágil que perfaz a rosa...

Mas (diz-me a Voz) por que deixá-la em haste
Agora que ela é rosa comovida
De ser na tua vida o que buscaste

Tão dolorosamente pela vida?
Ela é rosa, poeta... assim se chama...
Sente bem seu perfume... Ela te ama...

(Vinícius de Moraes)

5 comentários:

disse...

Lindo Alan, Parabéns a sua esposa. Paz!

René disse...

Essa veio de encomenda, hein, Alan?

Se tava brigado com a esposa, o "poetinha" ajudou a consertar tudo!

Se não tava brigado, reacendeu a paixão por uns bons anos!

Assim fica fácil!!! rsrsrs

Linda poesia, como a maioria dos escritos do nosso "poetinha".

Abração e Paz!

Alan Capriles disse...

Valeu, amigos!

A gente tem que manter a chama da paixão sempre acesa!

Paz!

Cláudio Nunes Horácio disse...

Mas que casal mais lindo. Sejamos gratos a Jesus pelo amor que desfrutam. Paz, graça e amor.

Alan Capriles disse...

Valeu, Cláudio!
Espero que um dia nós possamos conhecê-lo pessoalmente, assim como tivemos o privilégio de conhecer nosso bom amigo René.
Um forte abraço, na paz de Jesus!